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Reticências

4 abr

Se tem uma coisa que detesto em relacionamentos amorosos é aquela fase do limbo. Você não sabe mais o que vocês são, se param ou continuam, se ~a coisa~ vai pra frente, se o outro não quer mais… às vezes a pessoa some, dali a pouco reaparece, que diabo é isso?

Eu nesse sentido penso de um jeito meio negativo, porque sempre interpreto esse distanciamento como falta de interesse. Como que até outro dia, no meio de tantos compromissos, a pessoa tinha tempo pra te mandar um oi e dar uma satisfação por ter desaparecido o dia todo, e agora com os mesmos 300 afazeres nem lembra mais que você existe – e quando você pergunta, responde que estava ocupado? É o famoso “quem quer dá um jeito, quem não quer, arranja uma desculpa“.

Quando eu vejo que a casa começa a ruir, eu tendo a sair de dentro dela e jogo a chave fora para não mais voltar, antes que ela desabe em cima de mim. Eu vejo como uma forma de me proteger da dor de um fim que parece iminente. Mas também pode ser uma auto-sabotagem por medo. No fundo, os dois são o mesmo. Eu apenas não sei lidar. Como tentar consertar os alicerces sem se desesperar? Já tentei algumas vezes e parece que o remendo ficou pior, então eu apenas caí fora e deixei a casa desabar.

Eu não entendo qual a dificuldade em chegar e dizer: olha, não tô mais a fim. Sei que há pessoas que fazem escândalo, ameaçam,  stalkeiam e/ou perseguem… mas felizmente é uma minoria, o restante das pessoas é completamente normal e vai entender. Vamos ficar tristes? Sim. Chorar? Provavelmente. Mas sem maiores complicações, a vida segue.

Costumo ser bem objetiva e sincera quando acontece o inverso, porque não consigo simplesmente enrolar e sumir. Também nunca sei como falar, mas aquilo me incomoda tanto que uma hora sai. Fico com a impressão de que estou enganando o cara e o fazendo perder tempo enquanto ele poderia conhecer outra pessoa, ou estar curtindo com alguém que goste dele e que vai oferecer um “sentimento” (aspas porque não sei como chamar) que eu não correspondo. Não nasci com o dom de ser reticente, e nem de adivinhar o que significa o silêncio alheio. Se a pessoa não falar, eu não tenho como saber. Menos ainda para levar em frente algo que nem sei mais o que é e que me passa uma sensação de que já deu. Mesmo que doa, prefiro muito mais cravar um ponto final.

 

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Na encruzilhada

6 jan

Lívia desceu do ônibus com pressa, precisava comer alguma coisa antes da aula. Tinha trânsito àquela hora e não conseguiu sair mais cedo do trabalho. Estava parada na calçada, pensando num sanduíche do Subway, pronta para atravessa a rua, quando ele dobrou a esquina na calçada do outro lado, seguindo na direção que ela iria.

Ele estava de mãos dadas com uma garota, os dois sorrindo e falando muito. Não a viram. Lívia ficou parada alguns segundos, vendo os dois se distanciarem, não querendo ser percebida. Até esperou que atravessassem lá na frente, para ir ao prédio dele, e foi seguindo devagar para não ser vista.

Lívia fazia o mesmo percurso várias vezes por semana, e passava sempre muito próximo ao prédio dele. Evitava olhar para aquele lado, mas nunca mais o havia visto até aquele momento. Quando viu que seguiam pela avenida, ela se manteve na calçada em que estava, oposta.

Passaram reto pela portaria do prédio, continuaram andando mais duas quadras e entraram justamente no Subway. Além do azar de irem ao mesmo lugar em que ela queria ir, Lívia ficou indignada. Um dos motivos é que não fazia nem um mês que tinham terminado.  Claro, ele tem o direito de ficar com quem quiser agora que estava solteiro, mas ela ainda tinha alguma esperança, e essa foi a pedra definitiva de que ele já não queria mais nada. Será que ela sabe de mim? Ou será que eu é que não sabia dela? Canalha, deve ter enganado as duas.

Outro motivo, e que ela achava ainda pior, é que ele nunca saía de casa com Lívia: ela sempre ia na casa dele. Só haviam ido a um bar e uma vez ao cinema, lá no início do namoro. Na metade do relacionamento, ele ia até a casa dela de vez em quando. Mas já nos últimos meses era só filme na casa dele e pediam pizza. Nem até a padaria ele a levava. Deve ser por isso que durou tão pouco.

Lívia se sentia muitas vezes uma mulher-pantufa, ou uma mulher-pijama: que dentro de casa você usa e é confortável, mas na rua tem vergonha. Até tentava tirá-lo de casa, ir a um bar, convidava seus amigos… ele sempre furava. Aliás, nem sabia se ele também tinha amigos, pois nunca foram apresentados. Talvez ele já estivesse com ela… pensou enquanto ia para a aula. Seguiu em frente, e preferiu continuar com fome a encontrar os dois.

Reviravolta

10 maio

Era um sábado à noite, e Natália, como de praxe, saiu com duas amigas. O local: um barzinho onde a probabilidade de encontrar alguém conhecido era 100%. Às vezes tinha a impressão de que só existia uma casa noturna na cidade inteira, apesar de ser um lugar pequeno e por vezes frequentado pelo que ela chamava de “pessoas estranhas”. Nem sabia por que raios tinha topado o programa, mas não queria ficar em casa, estava animada para qualquer coisa. Produziu-se com um salto lindo, um batom vermelho e um sorriso no rosto, e lá foi.

bar

 

Estava bem feliz curtindo o som, cantando e dançando, com um copo de cerveja na mão, quando avista alguém conhecido, como já previra. Deu-lhe um sorriso, ele veio falar com ela. Loiro, olhos azuis, barba por fazer, mais de 1,80 de altura, o Pinto Amigo. Otávio a abraçou e soltou uma frase clássica:

– Quanto tempo!

– Ah, pois é… – respondeu, com uma risadinha amarela.

– Vou pegar bebida, depois volto aqui – se enfiou no meio da galera e olhando pra ela de novo – Você tá linda.

Ela sorriu de novo e lhe mostrou o copo, como num brinde com o ar. Virou de costas para ele, voltou-se para as amigas e fez uma careta, virando a cerveja na goela. Nem perguntaram quem era ou por que fizera aquela cara, pois sabiam. Apenas riram. Lá pelas 3 da manhã, o bar já um pouco mais vazio, Natália estava encostada no balcão bebendo, sua amiga estava ali perto beijando um cara que tinha acabado de conhecer e a outra havia ido ao banheiro.

Otávio a viu do outro lado do não-tão-grande salão e viu a oportunidade perfeita para chegar nela, como se precisasse disso. Mesmo assim, o alvo era fácil. Ele também portava um copo, chegou brindando. Conversa vai, conversa vem. A amiga não voltava nunca, e a outra não desgrudava do cara. Não se importava em ficar sozinha, mas detestava dar sopa pra otário e estava rezando pra amiga voltar logo. Ele estava de lado para o balcão, ela, de costas e com os cotovelos apoiados: não queria virar de frente para ele.

– Quer que eu te leve em casa? – perguntou Otávio com ar de quem já sabia que a resposta seria positiva.

– Não. – respondeu, seca.  E bebeu um gole da sua cerveja, olhando de canto de olho a cara dele.

– Que?! – Otávio exclamou com ar incrédulo.

– Não – repetiu Natália, dessa vez com o rosto totalmente voltado para Otávio.

Ele olhou pro seu copo vazio na mão, um pouco desconcertado: Como assim, “não”?

– Não quero que você me leve pra casa, estou com minhas amigas.

Ele, desdenhando, olhou em volta, apontou para a amiga de Natália, agora achatada contra a parede sendo quase engolida pelo desconhecido: “Está?”

Ela respirou fundo: – Volto sozinha de táxi, mas não quero voltar com você.

– Nossa, calma. Por que isso agora?

– Você não reparou que faz uns dois meses que eu não te chamo? Então, não tô mais a fim, só isso.

– Credo, que grossa. Tô achando que isso é falta… – debochou – posso dar um jeito se você quiser.

Natália olhou enfastiada para ele, pegou sua garrafa em cima do balcão e saiu de perto, ia se sentar sozinha numa mesa. Por sorte, a amiga a encontrou no meio do caminho.

– Nossa, que demora. – reclamou Natália

– Achei que era pra deixar vocês dois sozinhos. Quando vi você saindo, vim atrás.

– Não, tô de boa. Vamos sentar?

Sentaram-se e ficaram o resto do tempo bebendo e rindo. Natália nem viu se Otávio havia ido embora. Dali a pouco, a outra amiga se separou do cara, veio até elas, decidiram ir embora. No táxi, Natália abre o vidro e sente o ar da madrugada até leve por ter conseguido dizer não. Estava entalado havia um tempo, sempre que Otávio a procurava, ela dava uma desculpa e não conseguia dizer um NÃO definitivo. Essa foi sua libertação.

Chegou em casa, se enfiou nas cobertas, entrou no facebook e no whatsapp. Tinha uma mensagem dele, dizendo que a achou muito estranha essa noite e esperava que depois pudessem resolver, com uma carinha piscando. Ela só fechou o aplicativo, sem responder.

 

 

 

 

 

Aparição

2 maio

Qual não foi o meu susto ao dar de cara com você quando fiz a curva num corredor do supermercado? Três anos! A gente vive na mesma cidade, possivelmente frequenta as mesmas festas, as mesmas casas noturnas e bares, e eu nunca tive o prazer (ou desprazer) de encontrar você  em nenhum desses lugares. Lembro que você simplesmente sumiu, assim, sem deixar nenhum rastro.

desencontro

Nem chegou a ser um relacionamento sério, você me descartou como quem se desfaz de um brinquedo depois de enjoar da brincadeira. Infelizmente me marcou demais, porque eu estava numa fase péssima. Tinha acabado de sair de mais um rolo da minha vida, e ainda acreditava que “a dor do amor é com outro amor que a gente cura”. Ao invés de me recolher, não: me joguei nos seus braços achando que você podia consertar tudo, e você acabou jogando uma pá de cal pra selar a minha vida amorosa desgraçada. Qual era o meu problema?

Eis que num domingo à tarde, de cestinha na mão fazendo compras, passei por você e fiquei intrigada, será que era? “Eu acho que vi uma pessoa, vamos voltar pro outro corredor, preciso ter certeza”, comentei com uma amiga que estava me fazendo companhia. Ela achou um pouco estranho e quis saber quem poderia ser, quando contei, até ela ficou surpresa.

Fui atrás de você e de sua namorada, parei a poucos metros olhando uma prateleira de chocolates. Era mesmo. Você olhou pra mim de relance, com cara de paisagem. Falei com minha amiga, demos um migué, saímos daquele corredor. O que me indignava era não ter te encontrado antes, uns dois anos atrás, em outras situações mais propícias a esses encontros – e, claro, como qualquer garota que foi chutada, poder mostrar o que você estava perdendo. Numa paráfrase barata dos Beatles, “but now these days are gone, I’m MORE selfed assure / Now I find, I’ve changed my mind and opened up the doors”, ou pelo menos eu acho.

Ainda tenho dúvida se você não me reconheceu ou disfarçou muito bem. Confesso que prefiro que você não tenha me reconhecido mesmo, seria mais um sinal de que eu realmente mudei e não sou mais a menininha daquele tempo. Você, no entanto, não mudou quase nada, apesar de ser agora um completo estranho. Seu fantasma trouxe algumas lembranças apenas, não foi mais capaz de mexer em alguma ferida. Acredito que ela já tenha cicatrizado.

Gratidão – parte 2

11 out
gratidão

Clique na foto e leia a primeira parte dessa história

Chegou em casa moída, os pés latejando, às oito da manhã. Mas estava feliz. Até poucos dias atrás, achava que não ia poder nem conseguir se divertir tão cedo novamente. E apenas dormiu.  Foi acordada pelo telefone, um amigo chamando para ir ao shopping. Mais uma amiga iria também, os encontraria mais tarde. Curtiu um belo almoço com a família que não via há meses. E mesmo cansada foi ver os amigos.

Estava lá com os dois, andando pelas lojas, de repente o telefone toca. Olhou o visor. Um número estranho, DDD 11, de São Paulo. De primeira, achou estranho. Mas aí teve um estalo. Será que era ele? Não, não podia ser. Atendeu, ainda estranhando. Era ele mesmo. Ela não podia esconder a voz de alegria, tinha gostado do moço. E, meu Deus, como assim ele estava ligando pra ela? Não podia acreditar naquela sorte. E ele queria sair com ela! E estava dizendo que ia até onde ela estava. Mais inacreditável ainda. Claro, com a autoestima lá no chão, só conseguia pensar que era a mulher mais feia e desinteressante do mundo. Só acreditaria quando ele estivesse bem ali, na sua frente.

Algum tempo depois, o celular toca de novo: cheguei ao shopping, onde você está? Seu queixo caiu. Respondeu onde estava, loja x, já ansiosa. Um minuto depois, nova ligação. Ele estava na frente da tal loja, esperando por ela. Deixou os amigos no caixa pagando as compras e foi encontrar o garoto. Toda sem jeito, mas com um sorriso bobo no rosto, os olhos brilhando. Mas não tanto quanto os dele. No instante em que se encontraram, ele fez uma coisa totalmente surpreendente: meteu-lhe logo um beijo. Assim, sem se segurar mesmo e sem rodeios ou timidez. E por que se seguraria? Disse que já havia feito o bastante disso na noite anterior.

Os amigos saíram da loja, vieram falar com eles e saber, nada curiosos, quem era “o bofe”. Depois inventaram alguma coisa e saíram de fino para deixar os dois sozinhos. Sentaram para tomar um chopp, ficar juntinhos e se conhecerem um pouco mais. Ele já ponderava que a distância não era nada, tinha uma irmã cujo namorado morava em Joinville (SC também), e que eles namoravam havia bastante tempo… ela cética por estar ouvindo aquelas coisas. Se perguntava como  ele podia pensar num relacionamento a distância… nem se conheciam  direito! Mesmo assim, achou aquelas palavras bonitas. Podiam ser promessas feitas no calor do momento, mas pelo menos existia algum calor.  Se sentiu querida, desejada… ainda mais porque ele não parava de dizer que ela era linda. Era tudo o que precisava.

Mas diz o velho ditado que tudo que é bom dura pouco. Logo ela precisava ir embora. Seu pai viria buscá-la, ainda precisava visitar sua madrinha, e terminar de arrumar a mala para pegar um avião cedinho.  Quando se despediram, ele a ergueu do chão, abraçando-a, e se beijaram de um jeito de tirar o fôlego.

No outro dia, sobrevoava algum ponto do litoral entre SP e SC, ouvindo música no mp3.  Repassava todo o fim de semana na cabeça, sorrindo – mas com algumas lágrimas – novamente com cada detalhe que recordava. Engraçada a vida. Às vezes coisas muito boas podem surgir das piores coisas que te acontecem.  Se não tivesse levado aquele fora, não teria tido a oportunidade de conhecer alguém tão legal e que lhe colocou no eixo novamente, lhe mostrou seu devido valor. Não imaginava que o mundo ia lhe provar que ainda existiam caras legais. Podia voltar a ter esperança. Podiam nunca mais tornar a se ver, podiam nunca mais se falar, mas aquela pessoa já tinha marcado de alguma forma. Ela lhe era grata, muito, muitíssimo. Uma curta história, mas que lhe abriu a mente e o coração de novo.

Gratidão – parte 1

27 ago

Fazia nada menos do que dez dias que ela tinha levado um belíssimo pé na bunda. Um fora tão doloroso e tão repentino que lhe tirou a vontade de sair de casa por uns dias, nem dormir ela conseguia. A única coisa que a distraiu nos dias que se seguiram foi a aula de dança. Normal um pouco de fossa.

Estava com passagem marcada para São Paulo, iria à formatura de duas amigas. Uma viagem que veio bem a calhar. Além de ver a família e os amigos, iria se distrair numa super festa que teria a presença da Banda Eva! Prato cheio para a recuperação. Já estava se sentindo super bem, empolgada, queria curtir! Mas nem sonhava que a viagem poderia ser melhor do que estava esperando.

Depois do primeiro final de semana sem ele, bebendo pra afogar as mágoas, chorando um monte e ouvindo músicas de fossa terríveis, sacudiu um pouco da poeira e começou a se dedicar a encontrar uma roupa para a ocasião, sapato, acessórios… afinal o próximo ia ser O final de semana! Estava fechada para balanço, homem não queria nem ver na frente, mas um pouco de diversão não faria mal algum.

Estava linda, poderosa, de vestido, salto alto, batom vermelho (a primeira vez que usava batom vermelho, que sempre pensara deixá-la com cara de puta). Ela e a amiga foram pegar um drink e eis que o barman era amigo do namorado dela. Ficaram ali conversando um tempo, e ele não parava de olhá-la.  Viraram as costas pra ir até a pista de dança, e nem bem saíram de perto do balcão, a amiga a puxa pelo braço, toda empolgada: “ele perguntou se você tem namorado!”. Ela se assustou, se perguntando se era com ela mesmo. Mas tinha notado que ele estava olhando demais. Preparava a bebida, olhava para ela… e sorria.

Um pouco mais tarde voltaram para pegar mais uma bebida. Ela trocou algumas palavrinhas com o moço, um fofo, e no final: “volta aqui de novo depois”. E ela voltou. Ficou na dúvida se deveria ir mesmo, mas foi. No meio do show, já estava meio cansada (e meio tonta), não conhecia as músicas que eles estavam tocando e que eram melosas. Foi até o bar. Conversaram um tempão, falaram até de astrologia e outras coisas esotéricas, assuntos que fascinavam os dois. Ele sabia ler mão, ela lia cartas. Até que ele lhe passou um papel e uma caneta. Anotou o facebook e o e-mail/msn/Skype. Não fazia muito sentido passar seu telefone porque morava longe. Ele os pega de volta, guarda no bolso e diz: “A gente se fala e combina alguma coisa”.

“Só tem um problema”, disse ela meio sem graça, e ele a olhou meio assutado: “o que?”

“Eu moro em Santa Catarina.”

Ele a olhou assustado de novo, e perguntou quando ela ia embora. Segunda-feira. Era sábado. Poderiam fazer alguma coisa amanhã, ele sugeriu. Ela não botou muita fé naquilo, mas aceitou o convite. Não tinha nada a perder, tinha? E pegou de volta o papel para anotar o número. Agora fazia um pouco de sentido. Conversaram mais um tempo para que ela esclarecesse porque morava tão longe. Mas depois saiu do bar para deixá-lo trabalhar em paz e acabou indo embora da festa sem se despedir dele.

Continua….

gratidão

Clique na foto para ler a segunda parte

 

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